Winne Rodrigues
Product Marketing Manager
Governança de IA
Política de uso de IA, matriz de permissões com mínimo privilégio, LGPD, auditoria e revisão humana antes de escalar IA nos processos.
Retorno em horário comercial.
Execução orientada a negócio
Definimos política de uso, matriz de permissões, classificação de dados, auditoria e revisão humana por criticidade, com critérios de aceite acordados com segurança, jurídico e negócio.
A conversa inicial serve para separar oportunidade real de automação que só parece boa na apresentação.
Grandes marcas já contrataram a X-Apps
Depoimentos
Os depoimentos abaixo falam sobre qualidade de entrega, parceria e capacidade técnica em software, produto e operação.
Winne Rodrigues
Product Marketing Manager
Gabriela Sterenberg
Head de Marketing
Hélio Zonta Júnior
Gerente produtos e Serviços
Mario Del Matto
Suzano Papel e Celulose
Danilo Bueno
Coordenador de TI – Roche Latam
Milton Foti
Gerente de Sistemas
Cada item vira documento aprovado, controle técnico no fluxo ou rotina com responsável nomeado.
Regra escrita sobre ferramentas homologadas, tipo de dado permitido no prompt, uso pessoal e caminho de exceção.
Quem e qual agente acessa cada base, sistema e ação, no menor escopo que o processo exige, revisada em período acordado.
Rotulagem de bases e documentos por sensibilidade, com regra de mascaramento e bloqueio antes do dado chegar ao modelo.
Passo a passo para suspeita de vazamento, resposta indevida ou ação errada, com acionamento, contenção e registro.
Faixa de risco por tipo de ação, definindo o que segue automático, o que exige aprovação e o que fica fora do escopo da IA.
Registro de quem pediu, qual dado foi acessado, qual ação foi executada e qual aprovação existiu, com retenção definida.
Do inventário do uso que já existe até a rotina de auditoria com responsáveis nomeados.
Levantamos quais ferramentas de IA já circulam nas áreas, com quais dados, sob qual contrato e com qual aprovação.
Avaliamos exposição de dado sensível, prompt injection, ação crítica sem aprovação e dependência de fornecedor.
Escrevemos a política de uso com jurídico, segurança e negócio, definindo dono, exceção e caminho de aprovação.
Implementamos autorização no backend, mascaramento, escopo por ferramenta e registro das chamadas nos fluxos priorizados.
Aplicamos o desenho em um processo real, com critérios de aceite e janela acordada para ajuste.
Rotina de revisão de acessos, amostragem de registros e atualização da política conforme novos casos entram.
Regra escrita não muda comportamento sozinha: cada controle tem dono nomeado, evidência guardada e data de revisão.
Autorização, tratamento de dado sensível, contenção de prompt injection e retenção de registros ficam no fluxo, não na instrução dada ao modelo.
A permissão é checada no serviço que executa a ação, com a identidade de quem pediu, nunca apenas no texto enviado ao modelo.
Mascaramento e bloqueio de campos antes do envio ao modelo, com regra por classificação e exceção registrada.
Separação entre instrução e conteúdo externo, validação da saída e limite do que o fluxo executa sem confirmação humana.
Produto, engenharia e operação trabalham juntos para reduzir risco e acelerar entrega.
Antes de montar o squad, alinhamos problema, métrica, risco, integração e critério de sucesso.
A solução precisa conversar com o que a empresa já usa: CRM, ERP, APIs, bancos, filas e documentos.
Logs, permissões, auditoria, custo, qualidade, testes e aprovação humana entram no desenho desde o início.
Discovery, arquitetura, desenvolvimento, QA, DevOps e produto trabalham com backlog e ciclos curtos.
Produto, engenharia e execução sob demanda para projetos corporativos com governança.
Mapeamos quais dados pessoais chegam ao modelo, definimos com o jurídico a base legal e a finalidade de cada uso, aplicamos mascaramento no que não precisa ir e acordamos prazo de retenção dos registros. Contratos e cláusulas com o provedor entram na mesma análise.
Não. O controle é aplicado nos fluxos e nos serviços que a empresa já usa, com autorização no backend, escopo de acesso e registro das chamadas. A troca de sistema só entra em pauta quando o legado não oferece autenticação e log mínimos.
Entrar nesse ponto é o caso mais comum: empresa com IA já circulando em algumas áreas, sistemas críticos em operação e necessidade de política, permissões e auditoria. O trabalho é contratado como projeto com escopo e responsáveis definidos.
Cada integração recebe credencial própria, com escopo restrito às operações que o processo exige e sem acesso de escrita quando a leitura resolve. As permissões são revisadas em janela acordada e toda chamada fica registrada com identidade e horário.
Levantamos onde entra conteúdo de terceiros, testamos tentativas de desvio de instrução e de extração de dado, e limitamos o que o fluxo executa sem confirmação. O resultado vira lista priorizada de correções com critérios de aceite.
Costuma envolver segurança da informação, jurídico ou privacidade, TI e a área dona do processo. Sem esses papéis na mesa, a política sai sem quem a sustente depois.
Traga as ferramentas de IA que já circulam nas áreas, os dados envolvidos e as decisões que hoje ninguém consegue auditar.