Governança de IA

Governança e segurança para IA generativa nas empresas

Política de uso de IA, matriz de permissões com mínimo privilégio, LGPD, auditoria e revisão humana antes de escalar IA nos processos.

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  • Política de uso de IA escrita para o seu contexto: qual ferramenta é homologada, que dado pode entrar no prompt e quem aprova exceção.
  • Mínimo privilégio: a IA acessa só o que o processo exige, com log de cada chamada e trilha de auditoria.
  • Avaliação de risco de prompt injection, vazamento de dados sensíveis e ação crítica executada sem aprovação.

Retorno em horário comercial.

Execução orientada a negócio

IA espalhada pelas áreas sem regra vira risco de dado e de decisão.

Definimos política de uso, matriz de permissões, classificação de dados, auditoria e revisão humana por criticidade, com critérios de aceite acordados com segurança, jurídico e negócio.

O que alinhamos no diagnóstico

A conversa inicial serve para separar oportunidade real de automação que só parece boa na apresentação.

  • Qual processo ou produto precisa melhorar.
  • Quais dados, sistemas e integrações estão envolvidos.
  • Como medir resultado antes de escalar.
  • Quais riscos precisam de governança desde o início.

Grandes marcas já contrataram a X-Apps

BMW
Petrobras
Bradesco
Roche
StartSe
Gerdau
Polishop

Depoimentos

Clientes que confiaram na execução da X-Apps

Os depoimentos abaixo falam sobre qualidade de entrega, parceria e capacidade técnica em software, produto e operação.

“A X-Apps entendeu nossas necessidades e particularidades, em um projeto conseguimos alinhar a excelência em desenvolvimento com as áreas de relacionamento e parceiros. Responsável direta pelo crescimento e performance do app da Polishop.”

Winne Rodrigues

Product Marketing Manager

“A X-Apps entendeu exatamente o guideline da marca e o que a BMW queria transmitir, estou muito feliz com o resultado dessa parceria.”

Gabriela Sterenberg

Head de Marketing

“Entreguei o passo a passo da instalação do novo aplicativo do Bradesco Net Empresa e toda a equipe do financeiro já está utilizando. Os usuários elogiaram o aplicativo, não tiveram problemas para instalar e informaram que está até mais rápido para acessar.”

Hélio Zonta Júnior

Gerente produtos e Serviços

“Na Suzano temos uma excelente parceria com a X-Apps no desenvolvimento de projetos, agora com três sistemas na área de biotecnologia e dois para demandas internas.”

Mario Del Matto

Suzano Papel e Celulose

“A X-Apps permite desenvolver aplicativos com agilidade, eficiência e alinhados aos processos globais da Roche.”

Danilo Bueno

Coordenador de TI – Roche Latam

“A X-Apps nos atendeu com excelência e agilidade no desenvolvimento de aplicativos para iOS, demonstrando know-how para outras tecnologias e nos permitindo gerar uma parceria para novos projetos.”

Milton Foti

Gerente de Sistemas

Entregáveis de governança de IA

Cada item vira documento aprovado, controle técnico no fluxo ou rotina com responsável nomeado.

Política de uso de IA

Regra escrita sobre ferramentas homologadas, tipo de dado permitido no prompt, uso pessoal e caminho de exceção.

Matriz de permissões

Quem e qual agente acessa cada base, sistema e ação, no menor escopo que o processo exige, revisada em período acordado.

Classificação de dados

Rotulagem de bases e documentos por sensibilidade, com regra de mascaramento e bloqueio antes do dado chegar ao modelo.

Plano de resposta a incidente

Passo a passo para suspeita de vazamento, resposta indevida ou ação errada, com acionamento, contenção e registro.

Revisão humana por criticidade

Faixa de risco por tipo de ação, definindo o que segue automático, o que exige aprovação e o que fica fora do escopo da IA.

Trilha de auditoria

Registro de quem pediu, qual dado foi acessado, qual ação foi executada e qual aprovação existiu, com retenção definida.

Como conduzimos o programa

Do inventário do uso que já existe até a rotina de auditoria com responsáveis nomeados.

1

Inventário de uso

Levantamos quais ferramentas de IA já circulam nas áreas, com quais dados, sob qual contrato e com qual aprovação.

2

Análise de risco

Avaliamos exposição de dado sensível, prompt injection, ação crítica sem aprovação e dependência de fornecedor.

3

Política e papéis

Escrevemos a política de uso com jurídico, segurança e negócio, definindo dono, exceção e caminho de aprovação.

4

Controles técnicos

Implementamos autorização no backend, mascaramento, escopo por ferramenta e registro das chamadas nos fluxos priorizados.

5

Piloto controlado

Aplicamos o desenho em um processo real, com critérios de aceite e janela acordada para ajuste.

6

Auditoria contínua

Rotina de revisão de acessos, amostragem de registros e atualização da política conforme novos casos entram.

Como o controle se sustenta

Regra escrita não muda comportamento sozinha: cada controle tem dono nomeado, evidência guardada e data de revisão.

Controles do projeto

  • Dono por controleCada política, permissão e exceção tem responsável, prazo de revisão e evidência arquivada.
  • Mínimo privilégio por integraçãoEscopo pequeno por conexão, credencial separada por aplicação e revogação prevista desde o desenho.
  • Registro de decisãoGuardamos contexto, dado acessado, ação executada e aprovação, para permitir reconstruir o caso depois.
  • Base legal e finalidadeDefinimos com o jurídico a base legal do tratamento em prompts e registros, e a finalidade declarada de cada uso.
  • Teste adversarialRodamos tentativas de prompt injection e de extração de dado antes de liberar o fluxo, com critérios de aceite.

Quando não recomendamos esta abordagem

  • Política sem área donaDocumento aprovado e esquecido não muda comportamento; se nenhuma área assume a revisão, não recomendamos começar pela política.
  • Regra antes de qualquer usoEmpresa sem nenhum fluxo de IA rodando tende a escrever regra para cenário imaginado; vale mapear o uso real primeiro.
  • Expectativa de risco eliminadoNão existe desenho que remova toda chance de saída indevida; o trabalho é reduzir, detectar e limitar impacto.
  • Bloqueio total como estratégiaProibir tudo costuma empurrar o uso para ferramenta pessoal sem registro, o que aumenta a exposição do dado.
  • Dado pessoal sem base legalQuando não há base legal nem finalidade definida para o tratamento, não recomendamos seguir com o fluxo até o jurídico decidir.

Desenho de controle

Autorização, tratamento de dado sensível, contenção de prompt injection e retenção de registros ficam no fluxo, não na instrução dada ao modelo.

Autorização no backend

A permissão é checada no serviço que executa a ação, com a identidade de quem pediu, nunca apenas no texto enviado ao modelo.

Tratamento de dado sensível

Mascaramento e bloqueio de campos antes do envio ao modelo, com regra por classificação e exceção registrada.

Contenção de prompt injection

Separação entre instrução e conteúdo externo, validação da saída e limite do que o fluxo executa sem confirmação humana.

Bloqueio na entrada
Quando o dado não pode sair do perímetro em nenhuma hipótese, o campo é removido ou substituído antes da chamada.
Mascaramento reversível
Quando o fluxo precisa do formato do dado, mas não do valor real, e a reidentificação fica restrita ao backend.
Aprovação humana obrigatória
Quando a ação tem efeito financeiro, contratual ou jurídico, ou altera cadastro de terceiros.
Ação automática com registro
Quando o efeito é reversível, o escopo é pequeno e existe trilha suficiente para revisão posterior.
Ambiente dedicado
Quando contrato, setor regulado ou classificação do dado exigem isolamento e acordo específico de tratamento.
Retenção curta
Quando o registro guarda dado pessoal e o valor de investigação não justifica guarda longa, com prazo definido com o jurídico.
Uso vetado
Quando o processo decide sobre pessoas sem revisão, ou depende de dado que a empresa não tem base legal para tratar.

Por que a X-Apps

Produto, engenharia e operação trabalham juntos para reduzir risco e acelerar entrega.

Escopo orientado a negócio

Escopo orientado a negócio

Antes de montar o squad, alinhamos problema, métrica, risco, integração e critério de sucesso.

Integração com sistemas existentes

Integração com sistemas existentes

A solução precisa conversar com o que a empresa já usa: CRM, ERP, APIs, bancos, filas e documentos.

Governança para produção

Governança para produção

Logs, permissões, auditoria, custo, qualidade, testes e aprovação humana entram no desenho desde o início.

Squad sênior para evoluir

Squad sênior para evoluir

Discovery, arquitetura, desenvolvimento, QA, DevOps e produto trabalham com backlog e ciclos curtos.

Provedor parceiro e aconselhado pelo Gartner.

Produto, engenharia e execução sob demanda para projetos corporativos com governança.

Gartner

Dúvidas antes de conversar

Como fica a LGPD quando dado pessoal entra em prompt ou fica registrado?

Mapeamos quais dados pessoais chegam ao modelo, definimos com o jurídico a base legal e a finalidade de cada uso, aplicamos mascaramento no que não precisa ir e acordamos prazo de retenção dos registros. Contratos e cláusulas com o provedor entram na mesma análise.

Precisamos trocar de sistema para colocar governança de IA?

Não. O controle é aplicado nos fluxos e nos serviços que a empresa já usa, com autorização no backend, escopo de acesso e registro das chamadas. A troca de sistema só entra em pauta quando o legado não oferece autenticação e log mínimos.

Vocês entram quando a IA já circula pela empresa sem regra clara?

Entrar nesse ponto é o caso mais comum: empresa com IA já circulando em algumas áreas, sistemas críticos em operação e necessidade de política, permissões e auditoria. O trabalho é contratado como projeto com escopo e responsáveis definidos.

Como funciona o mínimo privilégio na prática?

Cada integração recebe credencial própria, com escopo restrito às operações que o processo exige e sem acesso de escrita quando a leitura resolve. As permissões são revisadas em janela acordada e toda chamada fica registrada com identidade e horário.

Como vocês avaliam risco de prompt injection e vazamento?

Levantamos onde entra conteúdo de terceiros, testamos tentativas de desvio de instrução e de extração de dado, e limitamos o que o fluxo executa sem confirmação. O resultado vira lista priorizada de correções com critérios de aceite.

Quem participa do projeto pelo lado do cliente?

Costuma envolver segurança da informação, jurídico ou privacidade, TI e a área dona do processo. Sem esses papéis na mesa, a política sai sem quem a sustente depois.

Vamos organizar o uso de IA na sua empresa

Traga as ferramentas de IA que já circulam nas áreas, os dados envolvidos e as decisões que hoje ninguém consegue auditar.