Winne Rodrigues
Product Marketing Manager
LLMOps para IA generativa
Evals, logs, latência e custo por token instrumentados na aplicação com LLM que já roda na sua operação.
Retorno em horário comercial.
Execução orientada a negócio
Definimos métricas, logs, evals e orçamento por feature para a aplicação com LLM seguir confiável entre um release e outro.
A conversa inicial serve para separar oportunidade real de automação que só parece boa na apresentação.
Grandes marcas já contrataram a X-Apps
Depoimentos
Os depoimentos abaixo falam sobre qualidade de entrega, parceria e capacidade técnica em software, produto e operação.
Winne Rodrigues
Product Marketing Manager
Gabriela Sterenberg
Head de Marketing
Hélio Zonta Júnior
Gerente produtos e Serviços
Mario Del Matto
Suzano Papel e Celulose
Danilo Bueno
Coordenador de TI – Roche Latam
Milton Foti
Gerente de Sistemas
Cada controle vira painel, alerta ou teste dentro da aplicação com LLM que já atende usuário real.
Custo por token, por modelo e por fluxo, com corte por feature e teto mensal acompanhado pelo time de produto.
Base de casos com resposta esperada e nota por critério, executada a cada mudança de prompt, contexto ou modelo.
Percentis de tempo de resposta por fluxo e por modelo, com limite acordado e aviso quando a curva sai da faixa.
Registro de prompt, contexto recuperado, ferramentas acionadas, tokens e resposta, para investigar caso a caso.
Antes do deploy, a nova versão do prompt roda contra a base de casos e o resultado é comparado com a versão anterior.
Regra de qual modelo atende cada tipo de tarefa, com fallback e comparação de custo e acerto medida no piloto.
Da leitura do que já roda hoje até a rotina de evals e custo acompanhada pelo time interno.
Mapeamos os fluxos com LLM em produção, modelos usados, volume, prompts vigentes e o que hoje não é medido.
Adicionamos tracing de chamadas com tokens, latência, erro e custo, identificados por feature e por versão de prompt.
Montamos casos reais com resposta esperada e critérios de aceite definidos com quem conhece o processo.
Publicamos dashboards de custo, latência e acerto, com limites, responsáveis e regra de acionamento.
Versionamos prompts, ligamos os testes de regressão ao deploy e mantemos plano de rollback para a versão anterior.
Revisão periódica de custo, fila de degradações observadas e ajustes priorizados junto com o time do produto.
Métrica de linha de base, orçamento e critério de aceite definidos antes de mudar prompt ou modelo em produção.
A observabilidade de LLM entra na aplicação com tracing, evals, versionamento de prompt e controle de custo, sem exigir troca do modelo em uso.
Cada chamada registra prompt, contexto, ferramentas, tokens de entrada e saída, latência e erro, correlacionados por requisição.
Evals automáticos por critério, amostra revisada por pessoa e comparação entre versões antes de liberar o release.
Cache, limite por chave, escolha de modelo por tipo de tarefa e orçamento por feature acompanhado em painel.
Produto, engenharia e operação trabalham juntos para reduzir risco e acelerar entrega.
Antes de montar o squad, alinhamos problema, métrica, risco, integração e critério de sucesso.
A solução precisa conversar com o que a empresa já usa: CRM, ERP, APIs, bancos, filas e documentos.
Logs, permissões, auditoria, custo, qualidade, testes e aprovação humana entram no desenho desde o início.
Discovery, arquitetura, desenvolvimento, QA, DevOps e produto trabalham com backlog e ciclos curtos.
Produto, engenharia e execução sob demanda para projetos corporativos com governança.
Latência por percentil, tokens de entrada e saída, custo por chamada e por feature, taxa de erro e de fallback, acerto contra a base de evals, uso de ferramenta e retrabalho humano depois da resposta. A lista final sai do que cada fluxo precisa decidir.
Cada chamada carrega identificador de feature, de modelo e de versão de prompt. Com isso o painel mostra consumo diário por fluxo, custo médio por tarefa e desvio contra o teto acordado, com alerta quando o consumo passa do limite.
Sim, esse é o foco: empresa com aplicação com LLM em uso, time interno envolvido e necessidade de medir qualidade, latência e custo. O trabalho é contratado como projeto ou squad, não como material de estudo individual.
Não. A instrumentação fica na sua aplicação e no gateway de chamadas, então o provedor atual continua. Roteamento de modelo só entra depois que a comparação de custo e acerto for medida no piloto.
A nova versão roda contra a base de casos antes do deploy, o resultado é comparado com a versão anterior por critério e o release segue com plano de rollback para o prompt antigo.
O time interno pode assumir os dashboards e a base de evals, com documentação e transferência combinada na proposta. Quando a empresa prefere, a X-Apps segue em sustentação com squad dedicado.
Traga os fluxos com LLM em produção, o volume atual e o que hoje ninguém consegue explicar em custo ou em qualidade.